Atendimento
agosto 18th, 2010

O sistema circulatório é muito importante para a manutenção da vida de cada ser humano. É ele quem realiza o transporte de oxigênio, gás carbônico, nutrientes, hormônios e substâncias que serão excretadas do organismo, provenientes do metabolismo das células. Esse sistema pode ser acometido de vários problemas, dentre eles a trombose venosa profunda.

A Trombose Venosa Profunda (TVP) é uma doença grave que pode incapacitar e levar ao óbito o paciente que não tiver o devido cuidado. Ela pode ter diversas causas, como varizes, o fumo, o uso de anticoncepcionais e também cirurgias longas.

É justamente por isso que, alguns médicos recomendam o uso de meias elásticas compressivas durante a realização da cirurgia plástica e que o paciente permaneça com ela até que retome as atividades cotidianas, como andar.

Como surge

Quando ocorre a imobilização dos membros inferiores, como acontece durante a cirurgia e a aplicação de anestesia, a circulação fica mais lenta e, assim, aumentam as chances da formação de coágulos. Quando acontece uma obstrução total ou parcial de uma veia profunda, ocorre a formação da trombose venosa. No entanto, se este mesmo coágulo ou trombo se desloca e entope qualquer vaso da circulação pulmonar (ou seja, artéria pulmonar e seus ramos, arteríolas, capilares, vênulas e veias pulmonares), forma-se o tromboembolismo pulmonar, também conhecido por embolia pulmonar. Ambas as situações causam danos aos pacientes, sendo que a embolia apresenta grande índice de fatalidade.

 

A melhor indicação

Tanto para a prevenção da trombose venosa profunda quanto da embolia pulmonar, é recomendado o uso de meias elásticas especiais, desenvolvidas com compressão específica e graduadas em 18-23mmHg (milímetros de mercúrio). O objetivo é favorecer o sentido do fluxo sanguíneo em direção ao coração (retorno venoso), evitando que a circulação se altere e trombos sejam formados. Assim, evita-se esta complicação.

 

Além da graduação diferenciada, estas meias são caracterizadas universalmente por serem da cor branca, com a ponteira aberta, o que permite a observação da circulação nas pontas dos dedos, e são esterilizadas em óxido de etileno para utilização no centro cirúrgico.

 

As meias estão disponíveis em dois modelos: ¾ (até a região do joelho) e 7/8 (até a região da coxa). Estudos relatam que ambas são efetivamente eficazes no combate à formação de trombose venosa profunda. No entanto, os pacientes demonstram preferência pelas ¾ devido à facilidade de manipulação, não “garroteiam” a região da articulação dos joelhos e não deslizam. O uso das meias antitrombo é indicado desde o início do procedimento cirúrgico até o paciente apresentar condições de caminhar. É também aconselhável para quem tenha passado por tratamentos clínicos restritos ao leito, portadores de doenças ortopédicas ou neurológicas que não apresentem funções osteomusculares adequadas, pessoas internadas em Unidade de Terapia Intensiva, ou seja, em qualquer situação que leve o indivíduo a manter-se por longos períodos na mesma posição, desfavorecendo a circulação.

julho 21st, 2010

Uma das técnicas que potencializam o resultado estético é a betaterapia, um tratamento utilizado para a prevenção de quelóides e lesões na pele, decorrentes do crescimento excessivo de tecido fibroso em recuperação. As lesões costumam causar desconforto, principalmente dor.

A betaterapia tem os mesmos princípios da radioterapia e resulta em melhor cicatrização, evitando os quelóides.

Os quelóides aparecem, normalmente, em pessoas com a pele pigmentada (negra e morena), contudo podem acontecer em todas as raças após cirurgias, queimaduras e outras lesões, em áreas como o lóbulo de orelha e abdômen, por exemplo.

Caso surja um quelóide na pele, é necessária a retirada da cicatriz com uma cirurgia e deve-se iniciar, imediatamente, um tratamento de betaterapia.

A betaterapia é indolor e simples, não traz risco algum ao paciente e nem oferece contra-indicações quanto a sua aplicação nas diversas regiões do corpo. O procedimento é totalmente seguro e a penetração da radiação é limitada à pele. É frequentemente utilizada no tratamento de crianças submetidas a cirurgias plásticas por causa de queimaduras.

A fim de garantir um bom resultado, o início da betaterapia precisa ser rápido, normalmente no dia seguinte ao da cirurgia plástica.

junho 18th, 2010

Para passar por uma cirurgia plástica, é preciso pensar bem e ter informações claras sobre o assunto. Quanto mais você souber, menos dúvidas terá com relação a todo o processo cirúrgico e mais segura de sua decisão você ficará.

O material da prótese de silicone

Na hora de optar por um tipo de prótese, saiba que as de silicone são preenchidas com gel coeso, evitando que se espalhe em caso de rompimento. Isso não acontece com as de solução salina (soro fisiológico), as mais usadas nos Estados Unidos. Além de não serem usadas no Brasil, podem murchar e vazar ao longo do tempo (já que seu conteúdo é líquido), surgir ruídos quando há movimentação e são geladas. Outro diferencial é a via pela qual são colocadas. Enquanto as de silicone são, frequentemente, inseridas pela axila, aréola ou sulco inframamário, as de soro fisiológico são colocadas via transumbilical. Todos esses detalhes fazem com que a prótese de silicone em gel seja campeã em qualidade e naturalidade. Tanto é verdade que o silicone em gel foi finalmente liberado para as americanas. Quanto ao invólucro, as próteses podem ser de silicone liso, texturizado ou poliuretano. Converse com seu cirurgião para saber mais sobre as variedades de próteses disponíveis no mercado e a que melhor se encaixa no seu desejo.

Perfil da prótese de silicone

Um dos fatores determinantes do resultado estético esperado pela paciente, é o perfil das próteses. Ele pode ser alto, baixo, anatômico e super alto. Cabe ao cirurgião plástico indicar o perfil da prótese que melhor se adapta às características físicas da paciente e atenda a suas expectativas. A prótese super alta é indicada para mulheres muito magras, com tórax fino e mamas sem projeção. Já a prótese alta possui uma grande projeção para frente e é muito semelhante a uma bola cortada ao meio. O perfil baixo é mais arredondado, com menor projeção para frente e aspecto um pouco mais espalhado. Por fim, a prótese de perfil anatômico tem formato de gota, acompanhando a projeção natural da mama em relação ao colo, sem promover acentuações.

As vias de acesso da prótese de silicone

Quanto às vias de acesso, a mamoplastia de aumento (cirurgia plástica de silicone nos seios) pode contar com três principais incisões. São elas: axilares (axila), periareolares (ao redor da aréola) e no sulco inframamário (abaixo das mamas). A via axilar é a que melhor disfarça a cicatriz. Ela geralmente fica escondida na região dos pelos da axila. Como o risco de hematomas e equimoses (áreas arroxeadas) é maior nessa via de acesso, bem como alterações de sensibilidade e assimetria mamária, seu uso é bastante restrito por exigir muita experiência do cirurgião. Ela é ideal para pacientes que não desejam ter marcas evidentes nas mamas. Já a via periareolar também deixa uma cicatriz discreta, localizada na metade inferior da aréola. No entanto, é indicada para pacientes com aréolas de maior diâmetro. A via mais solicitada é a que insere a prótese de silicone pelo sulco inframamário devido à facilidade ao acesso dos tecidos e à rapidez do procedimento.

maio 11th, 2010

Muitas pessoas optam pela associação de técnicas cirúrgicas a fim de obter um resultado mais completo e harmonioso. É o que ocorre quando se tem rugas e flacidez na pele do rosto e também bolsas de gordura nas pálpebras, o que gera uma aparência envelhecida e cansada. A blefaroplastia é a cirurgia plástica responsável pela remoção de gordura ao redor dos olhos, mas não de rugas e pés-de-galinha que tendem a aparecer na região. Já o lifting garante um visual mais jovem a todo o rosto, pois melhora os sinais mais visíveis do envelhecimento. Por isso consegue-se conquistar um visual renovado quando se combinam blefaroplastia + lifting.

Os cuidados para uma cirurgia plástica podem começar até um mês antes, com as orientações dermatológicas e nutricionais, e se prolongar pelos seis meses após a operação. Nos últimos anos, cirurgiões, dermatologistas e esteticistas têm unido seus conhecimentos e técnicas, criando uma verdadeira equipe de apoio que acompanha o paciente antes e depois da cirurgia. Esses cuidados podem tornar o pós-operatório mais rápido e tranquilo, aumentar as chances de uma boa cicatrização, promover melhores resultados e até prolongar os benefícios da cirurgia plástica.

Os tratamentos de pele também têm uma importância fundamental no resultado da cirurgia plástica no rosto. Procedimentos como limpeza de pele, hidratação facial, peeling e dermoabrasão potencializam o resultado final desejado. A combinação de técnicas de rejuvenescimento tem tido cada vez mais aprovação dos pacientes que se submetem a esse tipo de cirurgia, pois os resultados melhoram consideravelmente. Assim, toda a pele do rosto é renovada e não só a de uma região específica.

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